Você já curtiu sua companhia hoje?

Eu sempre me considerei independente em alguns aspectos da minha vida. Francamente certas coisas eu faço tão naturalmente que eu não reflito tanto sobre elas. Quando eu digo independente significa fazer algo que não dependa de ninguém – ou seja, da companhia de uma pessoa, apenas da sua própria. Quer um exemplo rápido? Cinema! Já foi assistir algum filme sozinha? Essa é fácil! Pois é, pras algumas pessoas é algo impensável.

Sabe quando a gente vê em um filme ou seriado aquela mulher sentada no balcão do bar bebendo sozinha? Agora se imagina fazendo isso na vida real. Parece muito estranho, não é? Pois bem, já fiz e posso te garantir: não é humilhante e você provavelmente vai terminar a noite acompanhada. Também você poderá terminar a noite sozinha, de qualquer forma terá historias pra contar e tudo é válido.

De todas as viagens que fiz na vida, muitas delas foram sozinhas. Estou falando daquelas que eu cheguei no hostel somente com a minha mochila, peguei o mapa da cidade e pensei: “Ok, Débora, por onde vamos começar?”. A sensação é muito louca. Emoção de explorar um lugar novo, medo de perder um museu ou monumento importante, ansiedade pra saber se vai conhecer os pontos mais descolados que nenhum turista já pisou e por aí vai. O mais forte é quando bate aquela angústia de pensar que tá tudo na sua mão, depende você! Não tem ninguém pra compartilhar alguma dica incrível que ela viu em tal blog e você nunca sabe se vai conseguir interação com outros seres humanos.

Eu nunca tinha parado pra pensar em como é algo extraordinário você embarcar numa aventura sozinha até uma amiga comentar: “Nossa, que coragem! Eu NUNCA viajaria sozinha!”. C-O-R-A-G-E-M! Essa foi a palavra. Eu nunca associei viajar sozinha como um ato de coragem. Entendo que muitas pessoas – principalmente mulheres – tenham um pouco de receio por medo de acontecer algo, de não conhecerem pessoas legais e passarem maior parte tempo sem ter com quem conversar.

Mas o texto não é pra falar como sou f*dona e fico desbravando o mundo por aí sozinha na minha companhia. Apesar das viagens solo, dos cinemas que não tive que dividir a pipoca com ninguém, os balcões de bares que o garçom virou meu ‘brother’ da vida e até aquele show da minha banda favorita que não tinha companhia pra ir, eu ainda paro pra pensar em todas as coisas que eu deixo de fazer esperando TER ALGUEM PRA FAZER COMIGO!

Sim, eu sou uma sonhadora! (LÊ-SE: pessoa que cria expectativa demais, ops!). Ahhhh, imagina que lindo que seria ir pra uma praia incrível com seu boy no final de semana? Tá, no meu sonho mágico não entra a parte do transito, da praia lotada, nem do sertanejo tocando na barraca do lado – é uma praia privada incrível a 15 minutos de São Paulo. Esse é um dos meus desejos: ir pra praia toda hora quando eu começar a namorar. Ou então aquele destino de viagem que só dá pra fazer namorando, não é super romântico? <3  Idas ao cinema, conhecer novos bares, desbravar mais a cidade. Meu namoro já vai começar com a programação de UM ANO completa!

Aí que eu paro e me pergunto: pra que esperar? Por que deixar pra amanhã o que se pode fazer hoje? Nos últimos tempos tenho pensado muito sobre isso. Como esse meu espírito de fazer as coisas sozinha se perdeu pelo meio do caminho. Hoje já tenho vergonha de fazer algo solita e até ir ao cinema sem ninguém me parece estranho. “E se alguém que eu conheço me ver, o que vão pensar? Que eu sou uma perdedora, de certo!”. Oras, que pensem não é mesmo?

Viver uma vida esperando pelo momento certo ou pela pessoa ideal gera muita frustração. Meu ex-namorado detestava praia, por exemplo. Eu que morava a algumas quadras de St Kilda, em Melbourne, sempre que queria ir à praia tinha que ir SOZINHA. Ou seja, essa pessoa pode chegar e nem gostar das mesmas coisas que você. Meu sonho da praia com o boy já foi por agua abaixo nesse caso!

Tirem aqueles planos que não saem do papel e coloquem em prática. De repente é aquele filme do Oscar que você quer ver, uma viagem de final de semana pro interior, ingresso pro Lollapalooza, saltar de paraquedas, o que for. FAÇA! Não deixa pra quando chegar o dia mágico ou pra quando a pessoa amada surgir na sua vida.

Acredito que é muito gostoso fazer as coisas com quem a gente ama! É bom demais, senão eu não sonhava com isso. Mas é importante a gente também aprender a ser amar, gostar da nossa companhia. Quando a gente tá bem consigo mesmo e realizado a vibração é outra e quem quer que apareça na sua vida, só entrará pra somar  

Como se comunicar em Londres (e Europa)…

Pra quem quer passar longe das cobranças exorbitantes de roaming internacional das operadoras de celulares brasileiras mas ainda quer ter a comodidade de ter um número local para ligações, mensagens de texto e até internet, vale muito a pena comprar um chip avulso de uma operadora local.

Para isso, basta que seu celular seja desbloqueado para qualquer operadora. Logo que cheguei à Londres, já corri para O2 (operadora de celular) e comprei meu SIM card por 10 pounds (em torno de R$40 na conversão de hoje). Como eu iria ficar uns 10 dias e precisava me comunicar com amigos locais, essa foi a melhor opção. Há outras operadoras por lá, como a Vodafone, T-Mobile, 3.. mas como já era cliente da O2 quando morei por lá e nunca tive problemas, optei por esta. Este é um plano pré-pago que incluía 75 minutos de ligações, 500 sms e 500 MB de internet. Acho super válido ter internet – não só pra postar as fotos no Facebook ou Instagram (aplicativo que por sinal consome muita data) -, mas para uso do GPS. Sou péssima com mapas convencionais e perdida até com GPS, mas um Google Maps sempre salva nos piores momentos!

Há diferentes tipos de planos que você confere no site por aqui. Meu celular ainda é 3G, mas há planos também para celulares 4G por 15 pounds. Vale lembrar que o chip lá é chamado de SIM CARD. Para quem não domina muito o inglês, é só pedir por um SIM CARD PAY AS YOU GO PLAN (que significa o plano pré-pago daqui). Eles vão te pedir o modelo do celular que você pode facilmente só mostrar e rapidamente você já sai de lá com o número na mão. Não precisa de passaporte, comprovante de residência ou qualquer tipo de burocracia.

Vale lembrar que isso não vale só pra Londres, mas pra qualquer destino na Europa. É só buscar uma operadora de celular e usar o chip pelo período da viagem. Minha dica em Londres é não garantir o chip no aeroporto, mas buscar em uma loja própria. Há duas lojas da O2 na Oxford Street. Os preços no aeroporto de Heathrow eram bem mais caros, sendo que o mais barato que encontrei foi um SIM card por 25 pounds da operadora Lebara. Nesse plano da O2 era possível também utilizá-lo em outros países. Acaba saindo bem mais caro, mas como sobraram créditos de Londres, consegui usar um pouco da internet para Google Maps em outros países. Custava 2 pounds por dia e permitia o uso de 15 MB por dia. Não é muita coisa, mas já ajuda. Caso você precise de mais do que o plano oferece, é possível colocar mais créditos, que eles chamam de TOP UP.

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Siem Reap Hostel

O Siem Reap Hostel foi o primeiro lugar que me hospedei em meu mochilão pelo Sudeste Asiático. Já tinha visto pelas fotos que era ótimo e as reviews do Hostelworld e TripAdvisor eram bem altas, mas sempre bate aquele medinho em território desconhecido.

Passei 5 noites por lá e a experiência foi ótima. Primeiro, eles te oferecem um tuk-tuk de cortesia pra te pegar no aeroporto. Os motoristas fazem isso pois assim eles te apresentam os tipos de tours disponíveis e depois de uma negociação básica, você fecha e eles já garantem uns dias de trabalho. Há diferentes tipos de tours pelos templos de Angkor Wat. Vai da sua disponibilidade de tempo e o quanto você tiver disposto a conhecer. São 3 tipos de ingressos à venda: um dia por US$ 20; 3 dias no período de uma semana por US$ 40; e 7 dias no período de um mês por US$ 60. Fechei os 3 dias que incluia os templos mais próximos no primeiro dia, o amanhecer no templo de Angkor Vat e o tour até o templo de Banteay Srei que levou cerca de duas horas pra chegar. Infelizmente perdi os valores negociados com o motorista pelos 3 dias.

O Siem Reap Hostel diz ser “hotel luxury on a backpack budget”, ou seja, tem cara de hotel mas o preço é de albergue. Fiquei em um dos quartos privativos que custam em torno de U$15, com banheiro e varanda. Dá pra ficar também em um dos quartos compartilhados que saem por US$ 8 a diária. A localização é perfeita, apenas à cinco minutos da Pub Street – principal rua de Siem Reap – com restaurantes, massagens e bares por todos os lados.

O albergue conta com uma estrutura excelente, incluindo piscina e bar super animado com cerveja a US$ 0,50!!!!! Além disso, mesa de sinuca, computadores pra usar a vontade, WI-FI de graça e ar condicionado nos quartos. O café da manhã é incluso nos quartos privativos e US$ 2 para os quartos compartilhados. O bar também tem um menu bom e barato pra quem quer comer algo por ali mesmo. Ah, ainda dá pra agendar massagem no quarto e o albergue conta com aulas de yoga e pilates. Ótimo, não? Esse é o lugar perfeito pra quem quer o conforto de um hotel mas não quer perder a badalação de um hostel.

Fotos tiradas do website do hostel.

Quer reservar esse albergue? Acesse o Hostelworld.com já e ajude o blog! :)

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Beijing Zoo

Geralmente costumo postar por aqui coisas que fiz e amei então resolvo compartilhar pra indicar. Dessa vez é bem diferente! Na minha viagem à China vi milhares de coisas maravilhosas apesar de todo o caos e “feiura” de Pequim. Resolvi ir ao Beijing Zoo pois estava na lista dos must-see da cidade e fiquei curiosa pra conferir o Panda Zoo (que como já diz o nome, é a área destinada aos pandas).

Eu confesso que não sou muito fã de zoológicos. Apesar de adorar ver alguns animais e as chances de vê-los na natureza são mínimas, acho que vê-los ali presos algo muito esquisito. Principalmente nas condições que eles ficam no Beijing Zoo. A área dos pandas é a mais disputada do zoológico, claro. São centenas de pessoas ao redor tirando fotos enlouquecidamente. Até que não me causou tão mau-estar vê-los ali. A área parece até OK comparada à de outros animais, como a dos ursos por exemplo. É preciso pagar um extra para visitar o Panda Zoo (algo em torno de 5 CNY = R$ 2).

ZOO1ZOO2O que me chocou mesmo foi a área dos ursos. Eles ficam praticamente no cimento, como se estivessem em um estacionamento aberto de shopping center. Fora que o local é totalmente sujo. Pelas fotos dá pra ver que as pessoas jogam latas e até cigarros. Eu mesma presenciei uma criança jogando uma garrafa de água em um deles – e o pai pareceu aceitar sem problemas. Fora que era verão e o calor estava insuportável, achei que faltou uma área pra que os animais pudessem se abrigar e se refrescar.

Outra parte chocante foram os cangurus! Foi a primeira vez que tinha visto um canguru ao vivo e quase chorei. Mal consegui tirar foto! Eles estavam super magros, pelo visto super mau cuidados. Uma pena!

Claro que essa é minha opinião pessoal e diversas pessoas vão discordar – há várias reviews positivas no site do Trip Advisor. Mas acho válido compartilhar principalmente se você gosta de animais. Pra quem quiser ir, chega-se de metrô e a estação chama Beijing Zoo mesmo. O ingresso completo sai por 20 CNY na alta temporada (R$ 8). É possível também comprar o combinado com o aquário, mas acabei não visitando.

Não deixe de conferir como foi minha experiência pela Muralha da China, clicando aqui.

Se perdeu as primeiras partes da série sobre Beijing, confira aqui e aqui.

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Das coisas que sinto saudades de Londres

Londres é uma das cidades mais incríveis do mundo – na minha opinião e de muita gente, claro! Eu morei um ano por lá e confesso que me pareceu ser pouco. É tanta coisa pra descobrir que quando a gente vai embora fica pensando que deixou de fazer muita coisa! O bom é que assim dá mais vontade de voltar e fazer o que ficou faltando – mesmo que seja só de férias.

Eu adoro ficar relembrando o passado e sempre vem na minha mente as memórias da época que morei lá – já faz um ano e meio que passou e nem senti! Por isso, resolvi escrever este post para relembrar de coisas que sinto falta de lá. Muita gente que morou ou até mesmo só visitou vai ser identificar com um tópico ou outro. Vale lembrar que não é um lista must-see em Londres e é algo totalmente pessoal.

BRICKLANE

BRICK LANE

Quando me mudei pra lá, já tinha em mente onde queria morar: Camden. Como já tinha visitado e amado, achava que o clima descolado e aquela vibe Amy Winehouse seria o lugar perfeito pra morar. Até que um amigo me apresentou Brick Lane, que se tornou meu lugar preferido na cidade. No fim, não morei nem em Camden, nem em Shoreditch (região onde fica Brick Lane) – mesmo porque o aluguel é bem caro – mas já fiquei feliz de morar mais ao East do que ao West da cidade.

Brick Lane é simplesmente sensacional! Lembro que quando comentei com o gerente do meu banco que amava lá, ele me perguntou: ah, você gosta de curry então? Sim, há diversos restaurantes indianos, mas vai muito além disso. Acho que Brick Lane chega até a ter mais personalidade do que Camden e tem um pouco de tudo. Lugar pra sair, restaurantes, lojas, mercados de rua, galerias e Bansky.

Recomendo ir até lá até pra quem está só de passagem. Pra chegar, a estação de metro mais próxima é Liverpool Street ou Shoreditch High Street no overground. O melhor dia pra ir seria no domingo, dia que o Sunday (Up) Market está aberto, uma feirinha incrível com comidas de diversos países e artigos de moda, bijuterias e artes. Vale a pena experimentar o Pad Thai de umas das barraquinhas, que eu acredito que chega a ser melhor do que na Tailândia!

Lá pertinho tem os lugares mais bacanas de sair: The Big Chill Bar e o Cafe 1001 (na Dry Walk) e o Vibe Bar (em Brick Lane mesmo). São mais populares, mas vale a pena ir! O Cafe 1001 faz festas durante o dia nos fins-de-semana que viram madrugada adentro.

Pra quem quer comprar, vale a pena também ir ao Old Spitalfields Market (esse abre diariamente). Fica a cinco minutos da estação de Liverpool Street. No site dá pra conferir quais tendas abrem durante cada dia. Tem diversas outras lojas de rua na região que valem a pena explorar.

Pra comer, eu recomendaria experimentar os famosos bagels da Brick Lane Beigel Bake, aberto 24/7. É aquele típico lugar “sujinho” que todo mundo vai no fim da noite quando bate aquela fome de final de balada. Há também o restaurante sueco, Fika – com o tradicional prato de almondegas suecas -, o típico fish & chips inglês do Poppies ou o tailândes Rosa’s.

PUB

PUB INGLÊS

Sim, há pubs em São Paulo e outros lugares do mundo. Mas pub na Inglaterra, é pub na Inglaterra. Fora que as opções de cerveja (e ciders) por lá são bem mais variadas (e em conta também). Enquanto por aqui pedir uma Stella Artois é ser diferenciado, por lá nem está perto de ser uma cerveja top. Bem, nem vou entrar nesse mérito porque não entendo de cerveja. Mas o que eu sinto falta é da “experiência” de um pub. Primeiro que não tem essa de comanda ou sentar na mesa e esperar o garçom servir. Tem que ir até o bar, pagar e muitas vezes ficar em pé. Dificilmente tem chapelaria, portanto durante o inverno é preciso se despir de todas as camadas e jogar as coisas em algum lugar ou segurar. Não que isso seja legal, mas faz parte da experiência. Pub geralmente cheira esquisito – deve ser o cheiro impregnado de anos de bebidas derrubadas no carpete (sim, carpete no pub!). Não tem muito esse hábito de porção por lá, o que tem é comida de pub. E comida de pub costuma ser sempre a mesma: hamburger, fish & chips, sunday roast, english breakfast e todas aquelas coisas bem gordurentas e gostosas.

Uma das coisas que eu mais gostava era chegar no bar, abrir minha carteira e saber que eu ia beber aquela noite só com as minhas moedas – já que as moedinhas inglesas valem muito! Há diversos pubs espalhados pela cidade e fica díficil indicar tantos lugares, mas aí vão alguns da minha lista: The Porterhouse, em Covent Garden (bem grande, com vários andares e variedades de cervejas); The Old Red Cow, em Barbican (com um cardápio de cervejas que muda constantemente, é bom pra quem gosta de provar algo diferenciado); The World’s End, em Camden (vale a pena ir e fazer um check-in só pra dizer: tô no fim do mundo!); The Golden Heart, em Shoreditch (pra quem quer algo mais intimista em Shoreditch); The Hawley Arms, em Camden (pub que a Amy costumava frequentar); fora os super populares O’Neills, no Soho, pra cantar Use Somebody com a bandinha ou a rede australiana Walkabout pra se impressionar como os australianos ficam ainda mais enlouquecidos fora de casa.

Supermarket

SUPERMERCADOS

Até parece que sou uma dona-de-casa fanática, longe disso. Mas eu realmente sinto falta de um supermercado de lá, independente de qual nível social seja: Waitrose, Marks & Spencer, Tesco, Sainsbury’s, ASDA. Acho que até porque não sou muito lá boa de cozinha é que acabo sentindo mais falta de certas coisas prontas. Molho de tomato pronto por aqui nem pensar, mas lá dá pro gasto. Eu acabei me adaptando um pouco e não comia tanto no almoço, apenas uma salada, sanduíche ou sopa – que eram super baratinhos e gostosos e vendiam no supermercado também. Fora que muitas coisas acabam sendo mais baratas. Aliás, já tinha feito um post de comparação de preços entre Melbourne e Londres, tá faltando acrescentar São Paulo agora. Mas ontem fui na farmácia aqui e notei que um shampoo da marca John Frieda custa em torno de 50 reais. Lembro que costumava pagar 10 pounds (R$40 na libra atual) por 3 produtos da marca no ASDA. É Custo Brasil, você não me agrada!

MUSEUM

MUSEUS (DE GRAÇA)

Não que eu seja uma amante da arte, pare em frente à um quadro do Jackson Pollock para analisar com a mão no queixo por duas horas e chore copiosamente de emoção. Mas eu gosto de um museu e me faz lembrar do quanto eu gostava das aulas de história da arte na faculdade. Fora que em Londres quase todos os museus são de graça. Ou seja, não é preciso fazer tudo correndo em um dia, dá pra aproveitar aos poucos e ir sempre. São tantas opções que fica difícil listar todas: The British Museum, Tate Britain, Tate Modern, Science Museum, Natural History Museum, National Gallery, National Portrait Gallery, Museum of London, National Maritime Museum.. e o meu preferido: Victoria & Albert Museum. Eu tenho uma coisa especial com o V&A. Eles tem um acervo de moda lindo então isso conta pontos. Fora que eles sempre tem exposições especias incríveis, como a do David Bowie que tá vindo pra Sampa no MIS. Mas o que mais me encanta é sentar nos belíssmos salões da cafeteria para tomar um café ou comer algo. Vale muito a pena conferir essa parte do museu até pra quem não gosta de museu. Outros museus que são bacanas de conferir – mas são pagos – são o Design Museum e o Fashion and Textile Museum.

MARKET

MARKETS

Já tinha comentando lá sobre Brick Lane do Sunday (Up) Market e o Old Spitalfields Market, em Shoreditch. Mas há diversos outros mercadinhos de rua que são ótimos pra garimpar coisas legais. Aqui em Sampa a gente tem também, como a Benedito Calixto, mas eu curtia bastante os de lá. Outro que é super famoso e vale a pena ir é o da Portobello Road, que já é super tradicional e vende diversos artigos de antiguidade. Há alguns em Camden que são interessantes, como o Stables Market. Há inclusive um com várias barraquinhas de comida (com comida brasileira também) onde você pode se sentar em uma das motos para comer, de frente para o canal. Outro mercado imperdível é o Borough Market, próximo à estação London Bridge. Seria o equivalente ao Mercado Municipal daqui. Ótimo para comer, fazer as compras da semana ou experimentar artigos diferenciados vindos de diferentes partes da Inglaterra.

JAFFACAKE

JAFFA CAKES

Ah, Jaffa Cakes! Se eu tinha um vício em Londres, era esse. Se você nunca viu, nem experimentou, vá à qualquer supermercado e compre uma caixa de McVitie’s Jaffa Cakes. É basicamente uma bolacha, com uma espécie de geléia de laranja coberta com chocolate. Eu sou super fã de chocolate com laranja, então não podia ser mais perfeito. Consegui achar em um lugar em Melbourne quando cheguei e um em Sydney, mas nunca mais vi. Aqui no Brasil nunca vi. Bem, aceito encomendas em todo caso. Tem uma receita no site da BBC, mas ainda não arrisquei fazer.

Bem, gosto é gosto e não se discute. Há diversos outros itens que acrescentaria nesta lista, como transporte público, sensação de segurança, os parques, se emocionar toda vez ao ver o Big Ben… mas são tantas coisas que fica difícil listar tudo. E você, o que acrescentaria mais na lista?

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Fim-de-semana prolongado em Floripa

Tenho até vergonha dizer, mas é fato: já viajei mais países por aí do que pelo próprio Brasil. Acho que acaba sendo fato bem comum já que temos sempre aquela sensação de que o Brasil vai estar sempre lá, a gente pode viajar a qualquer momento. Fora que viajar dentro do nosso próprio país é muito caro e na hora de planejar aquela viagem pro Nordeste, você percebe que ir pra Cancun ou Buenos Aires acaba saindo mais em conta. Triste verdade, mas acontece! Apesar do preço abusivo, o Brasil não deixa de ser um país lindo pra se explorar!

Eu nunca tinha ido pra Florianópolis, então resolvemos tirar um fim-de-semana prolongado pra conhecer. O tempo não ajudou nem um pouco, céu fechado e cinza todos os dias e chuvinhas esporádicas em pleno final de novembro. Valeu pra explorar a ilha de Norte à Sul já que não dava pra ficar em nenhuma das praias torrando. Pra quem quer conhecer bem, vale tirar pelo menos uns 5 dias pra curtir bastante já que a ilha é bem grande e leva-se muito tempo pra ir de uma praia à outra. Ah, e carro é item indispensável! Pra quem chega lá voando, o ideal é alugar carro no aeroporto ou já deixar agendado antes de chegar – principalmente em alta temporada.

Juntamente com a Fernanda, do blog Preciso Viajar, fomos convidadas pela plataforma de hospedagem Wimdu para testar o serviço deles e aproveitamos a oportunidade para nos hospedar por lá. Alugar um apartamento é uma ótima opção pra quem viaja em grupo ou até casais que queiram desfrutar da estrutura de uma casa pagando menos do que um hotel. O site tem uma navegação super fácil, você define logo de cara a localização, datas de estadia e número de hóspedes. Eles já contam com mais de 235 mil apartamentos e casas de temporada cadastrados em 143 países. Em Florianópolis, ainda não há tantas opções, cerca de umas 36 propriedades em toda cidade quando buscamos. Optamos por um apartamento próximo à Praia Mole.

Pela experiência, o ideal é ficar próximo à região da Lagoa, assim dá pra ir tanto pro Sul e pro Norte sem tanto stress. Mas a ilha tem diversas facetas e vai de cada um escolher qual melhor lugar pra ficar. Há aqueles que prefiram ficar na região badalada de Jurerê ou então na parte mais relax ao Sul da ilha. Vale lembrar que Floripa é bem grande e o trânsito na alta temporada é super complicado. Um bom GPS também é válido para quem não está familiarizado, já que a sinalização às vezes não ajuda.

Apartamento Floripa

O apartamento era bem simples, mas bem fiel às fotos mostradas no Wimdu. Fazer a reserva pelo site é bem descomplicado. Uma vez que você escolhe sua opção, você clica no botão de reserva e insere seus dados pessoais e método de pagamento, que pode ser via cartão de crédito ou PayPal. Há taxas de serviço e de limpeza que são cobradas adicionalmente. O apartamento contava com 2 quartos (um de solteiro e um de casal), cozinha, sala, varanda e um banheiro. O que mais chamou a atenção foram os pequenos detalhes que fazem toda a diferença: secador de cabelo, cofre, adaptadores de tomada, guarda-chuva, diversos livros e DVDs e até um celular com carregador pra quem quiser colocar um chip local. Fora o atendimento dos proprietários que foi excelente. Eles nos informaram como chegar no local por e-mail após a reserva, nos recepcionaram pela propriedade, além de disponibilizarem os números de celulares (e Whatsapp!) para entrarmos em contato caso necessário. Há uma área comum para churrasco na parte externa.

O preço foi um pouco salgado de acordo com a propriedade, mas os preços de acomodação em geral em Floripa são mais altos dependendo da localização e época que se viaja. Pra quem quer algo mais privado e com cara de “casa”, vale a pena pagar um pouco mais pelo conforto. Fique atento na hora de reservar se o local oferecido é dentro de uma propriedade onde os donos vivem ou se é uma casa privativa mesmo. Há casos onde os proprietários alugam apenas um quarto na própria casa.

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